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Famílias inteiras das regiões Norte e Nordeste do Brasil passaram a viver a experiência do intercâmbio educacional. Segundo informações de Antônio Bacelar, um dos coordenadores regionais da Belta (Associação de Agências de Intercâmbio) nas duas regiões, os pais, preocupados com o futuro e as exigências do mercado de trabalho, têm aproveitado o período de férias para estudar com os filhos no exterior. Algumas famílias esperam com a viagem conseguir melhores oportunidades de crescimento pessoal e profissional ou até mesmo uma imigração.

De acordo com a Pesquisa Selo Belta 2016, encomendada pela Belta, agências de intercâmbio enviaram 220 mil brasileiros para o exterior em 2015, 307% a mais que em 2005 (54 mil), Somente nos últimos dez anos comercializaram mais de 1,4 milhões de programas. A Pesquisa Selo Belta  revelou que a segunda principal fonte financiadora das viagens de intercâmbio são as famílias, que investem nesse tipo de viagem tanto para os seus filhos irem sozinhos quanto para irem com eles. Em primeiro lugar aparece a poupança como a principal fonte de renda para viabilizar o investimento em educação internacional.

A farmacêutica Êrika Rosas, de 44 anos, que mora no Acre, foi uma das brasileiras que procurou uma Agência Selo Belta, agência certificada no mercado de educação internacionale embarcou num intercâmbio em família. Em 2016, ela e os dois filhos: Lucas Ascendino, de 14 anos, e Sarah Ascendino, de 11 anos, foram para o Canadá estudar inglês por duas semanas.

”Eu e meu marido gostaríamos de oferecer aos nossos filhos a experiência de conhecer um intercâmbio para que no futuro eles possam fazer outra viagem um pouco mais longa com total aproveitamento”, diz Êrika.

Canadá, país escolhido pela família de Êrika Rosa, é um dos destinos mais buscados para intercâmbio em família. Outros que fazem parte da rota dos estudantes são: Austrália, Estados Unidos e Nova Zelândia, países que têm inúmeras instituições de ensino listadas entre as melhores do mundo, e, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), apresentam bons índices de qualidade de vida.

De acordo com Bacelar, os tipos de programas de famílias mais procurados são os de curta duração, que pode ser feitos durante as férias. Bacelar esclarece que a viagem é estudada pela agência Selo Belta levando em conta a necessidade e o objetivo de cada família. “O foco é atender as necessidades de todos os integrantes. Verificar se o que a família busca é um curso de idiomas para todos ou um programa que permita aos pais estudarem idiomas ou cursar uma faculdade enquanto os filhos frequentam uma escola regular no país”, disse Bacelar.

Êrika pretende continuar realizando intercâmbio com os seus dois filhos, mantendo o planejamento para intercâmbios de curta duração, já que não consegue ficar muito tempo afastada do  trabalho. “Com certeza pretendemos realizar outros intercâmbios para Nova Zelândia, Austrália, Alasca ou Irlanda. E no futuro, com meus filhos mais crescidos, investir em intercâmbios de mais de seis meses para eles”.

Para que a família possa aproveitar a viagem é preciso escolher uma agência reconhecida no mercado com o Selo Belta, agências certificadas que mantém relacionamento com diversas escolas de qualidade no exterior. Financeiramente, é importante que a família leve em consideração o valor necessário que precisará para se manter estável no país durante o período do intercâmbio; uma agência renomada faz esse cálculo com precisão.

Êrika, que já viveu toda essa etapa do planejamento e realização, recomenda que se pesquise sobre o destino ainda no Brasil. “Estude bastante o destino para o qual vai. Saiba sobre a cidade, passeios e espetáculos culturais. Monte uma agenda e seja organizado para aproveitar ao máximo todo o tempo fora. Acho importante também chegar e sair uns dois ou três dias antes do início e fim das aulas. Foi muito cansativo num intercâmbio tão curto (duas semanas apenas) chegar na véspera e sair um dia depois”, disse.

A família também precisa ter uma noção da localização da escola e da residência em que ficará alojada. No intercâmbio da família de Erika Rosa a opção foi por ficar em casa de família e apesar de estarem a uma distância de pouco mais de uma hora da escola, a moradia era muito bem localizada com farmácias, ponto de ônibus, supermercado e shopping muito perto. A única dificuldade foi com a adaptação à comida local.

“O maior problema foi mesmo a alimentação na casa da família, que era muito diferente da nossa, mas fizemos algumas compras no supermercado e passamos bem depois disso”, disse Erika.

Para viagens mais longas, Bacelar diz que o planejamento é outro. “Diferente da demanda de intercâmbio tradicional, planejar a imigração de uma família confere ao agente um maior conhecimento de aspectos de visto, já que é um processo mais complexo e se trabalha o deslocamento de famílias. É preciso pensar desde a escola para as crianças e jovens até levantar informações sobre compra  ou aluguel de imóveis e carro”, diz Bacelar.

Relação de Agências Selo Belta de Norte e Nordeste: BEX, CCI Brasil, CI, EF, Embarque Educacional, ETC, Experimento, IE, Intercultural, S7 Study, Travelmate, Via Mundo e World Study.

Para mais informações sobre intercâmbio, acesse o site oficial da Belta: www.belta.org.br

Sobre a Belta

unnamedCriada há 24 anos, a Belta – Associação Brasileira Especializada em Educação Internacional. Com o objetivo de ampliar o mercado de educação internacional no país, a Belta investiu na promoção do segmento e na qualidade e confiabilidade dos programas internacionais oferecidos por suas associadas.  Atualmente, as agências especializadas com o Selo Belta representam 75% do mercado nacional de educação internacional, e a Belta ainda reúne 17 associadas internacionais, que são universidades, instituições de ensino médio, redes de escolas internacionais e prestadores de serviços afins ao segmento. A qualidade dessas empresas é atestada pelo Selo Belta, que faz com que sejam consideradas as melhores do País, oferecendo credibilidade no Brasil e no Exterior.

 

Fonte: TI Comunicação

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