Sabia que técnica divulgada por cirurgião plástico brasileiro resolveria calvície avançada que fez o príncipe William raspar o cabelo?

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Sabia que técnica divulgada por cirurgião plástico brasileiro resolveria calvície avançada que fez o príncipe William raspar o cabelo?

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Técnica Combinada, desenvolvida por Márcio Crisóstomo, une dois procedimentos de transplante capilar em uma única cirurgia, o que permite transferir mais de 20 mil fios e atender problemas severos de calvície como do futuro rei da Inglaterra.

 

Todos já conhecem o problema de calvície do príncipe William, que herdou o problema do pai, assim como a maioria dos homens, já que 95% dos casos de calvície masculina são de origem genética. Nos últimos dias, o futuro rei da Inglaterra apareceu com a cabeça raspada, já que os fios que ainda lhe restavam já não eram mais capazes de esconder as áreas calvas de sua cabeça.

O que provavelmente William ainda não sabe é que uma técnica divulgada pelo médico brasileiro Márcio Crisostomo, cirurgião plástico especializado em transplante capilar, denominada Técnica Combinada, possibilitou a correção de calvícies avançadas em apenas uma cirurgia, o que antes não tinha indicação médica.

O cirurgião plástico especializado em transplante capilar uniu duas das mais modernas técnicas: a FUE – sem remoção de pele na retirada e implante dos fios -, à técnica mais tradicional de transplante (Técnica Clássica ou Strip) – quando é retirada uma faixa do couro cabeludo para obtenção dos fios de cabelo para implante.

“A Técnica Combinada permite o implante do maior número de fios, em uma única cirurgia. Em alguns casos, podemos transplantar até mais de 20 mil fios e atender problemas severos de calvície. Na minha opinião, a Técnica Combinada é a melhor alternativa para calvície avançada e casos de correções de cirurgias prévias”, afirma o especialista. Segundo ele, muitos desconhecem os meios para tratá-la e as técnicas mais avançadas que já existem.

“A Técnica Combinada significou uma quebra de paradigma na especialidade. Atualmente é possível indicar cirurgias em casos que anteriormente o procedimento era contraindicado. Esta técnica está muito bem estabelecida e divulgada no meio médico, porém é fundamental que a população conheça esta opção de tratamento”, diz Márcio Crisóstomo.

Combinação das técnicas – Márcio Crisóstomo

Na técnica FUE (sigla do termo em inglês que significa Follicular Unit Extraction ou Extração de Unidades Foliculares), as unidades foliculares são removidas uma a uma diretamente da área doadora, utilizando um micropunch, com menos de 1 milímetro.

O cirurgião faz uma pequena incisão ao redor da unidade folicular e aprofunda na mesma direção do nascimento do pelo. Sem necessidade de ponto para fechamento, o que torna a cicatrização muito rápida. Pela técnica clássica, o cirurgião retira um faixa do couro cabeludo e as unidades foliculares são individualizadas uma a uma por técnicas ao microscópio. Nesta técnica há a possibilidade de obter um número maior de fios por sessão, mas existe a dependência da elasticidade do couro cabeludo para a retirada da faixa. Uma fina cicatriz linear permanece no lugar.

As duas técnicas apresentam limites em relação ao número de fios transplantados, com isso, a combinação das técnicas, de forma segura, proposta por Crisóstomo permite maior eficácia no resultado, garantindo um número maior de folículos, em relação às técnicas isoladas, no transplante capilar, obtendo um resultado menor em uma cirurgia. Para realização da Técnica Combinada, uma equipe altamente especializada com 12 especialistas é necessária.

O pós-operatório é normal como nas outras técnicas: o paciente retorna à clínica no dia seguinte para lavar o cabelo. Em alguns dias ele já pode retomar sua rotina, com restrições leves. Os fios irão nascer após três ou quatro meses de cirurgia. O crescimento acontece de forma natural, e não cai mais.

Este conhecimento, desenvolvido no Brasil, tem no cirurgião Márcio Crisóstomo a maior referência mundial. O sucesso do procedimento rendeu publicações em revistas científicas internacionais e convites para apresentá-la em congressos em mais de 10 países, como Estados Unidos, Mônaco, Suíça, França, Itália, Montenegro, Canadá, entre outros. Além disto, foi publicado como capítulo em dois livros da especialidade publicados nos Estados Unidos e um terceiro livro já está em produção.

Em alguns congressos Internacionais, como no Congresso Mundial de Transplante Capilar, realizado na Malásia em 2014, foi considerado como “o futuro do transplante capilar”.

“É uma honra contribuir para a evolução do transplante capilar no mundo. Foram anos de estudo e pesquisa para trazer o melhor à medicina e proporcionar mais satisfação e qualidade de vida aos pacientes. A calvície é um problema discutido há muito anos e que afeta milhões de pessoas. Muitos ainda desconhecem as soluções para esse problema e os melhores caminhos para tratá-la”, explica Márcio Crisóstomo.

Fonte: HATSUR Comunicação Integrada

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