Doença Renal Crônica: Nefrologistas esclarecem principais sintomas e grupos de risco

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Doença Renal Crônica: Nefrologistas esclarecem principais sintomas e grupos de risco

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Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) a Doença Renal Crônica (DRC) atinge cerca de 10% dos adultos no mundo. Muito presente em idosos, ela consiste em uma lesão e perda progressiva e irreversível da função dos rins. “O trabalho renal é prejudicado, não conseguindo remover os resíduos e excesso de água do organismo”, explica a nefrologista do Hospital e Maternidade São Cristóvão, Dra. Monica Dias. De acordo com a também nefrologista da mesma instituição, Dra. Kikumi Ozaki, os principais motivos causadores da DRC são hipertensão arterial, diabetes e histórico familiar de insuficiência renal. Ainda, há outras condições que podem gerar a doença, como infecção urinária de repetição e uso excessivo de analgésicos.

 

“Maus hábitos e sedentarismo também são grandes inimigos dos rins, dentre eles o tabagismo e a obesidade. Manter uma alimentação saudável ajuda muito a preservar a função renal”, alerta Dra. Kikumi. Dentre os hábitos prejudiciais mais cometidos pela população e que podem ocasionar Doença Renal Crônica estão o excesso de refrigerantes, a retenção por muitas horas da urina, pouca ingestão de água, colocar elevadas quantidades de sal na comida e excesso de consumo de proteína animal.

 

Conforme Dra. Monica, a estimativa é de que a enfermidade afete um em cada cinco homens (20%) e uma em cada quatro mulheres (25%) com idade entre 65 e 74 anos. Para detectar a doença, é necessário ficar atento a alguns sinais, como mal-estar, perda de peso, perda de apetite, náuseas e vômitos pela manhã, hálito com cheiro de amônia, fácil aparição de hematomas ou hemorragia, soluços frequentes, baixo nível de interesse sexual e impotência, distúrbios do sono e inchaços de mãos e pernas.

 

Caso seja identificado algum dos sintomas acima, é aconselhável a realização de exames prescritos por um nefrologista para avaliação do rim. Quanto antes diagnosticada a DRC, maior a probabilidade de retardar o desenvolvimento da doença, não chegando à fase terminal de insuficiência renal crônica. “Neste estágio, os rins já perderam o controle de sua função, tornando obrigatória a filtração de maneira artificial do sangue, mais conhecida como diálise, ou transplante renal. Por isso, para preservarmos os trabalhos do rim por bastante tempo é extremamente importante cuidarmos dele desde jovens”, finaliza Dra. Monica.

 

Fonte: máquinacohn&wolfe

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