Dia Mundial de Combate ao Fumo

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Dia Mundial de Combate ao Fumo

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No Brasil atualmente cerca de 10% da população adulta é fumante, o que corresponde a cerca de 25 milhões de pessoas.

A dependência obriga os fumantes a inalarem mais de 4.720 substâncias tóxicas, como: monóxido de carbono, amônia, cetonas, formaldeído, acetaldeído, acroleína, além de 43 substâncias cancerígenas, sendo as principais: arsênio, níquel, benzopireno, cádmio, chumbo, resíduos de agrotóxicos e substâncias radioativas.

A dependência obriga os fumantes a inalarem mais de 4.720 substâncias tóxicas, como: monóxido de carbono, amônia, cetonas, formaldeído, acetaldeído, acroleína, além de 43 substâncias cancerígenas, sendo as principais: arsênio, níquel, benzopireno, cádmio, chumbo, resíduos de agrotóxicos e substâncias radioativas.

Na década de 80, cerca de 35% da população brasileira era fumante, o que mostra a queda progressiva da prevalência nos últimos anos.

Desde o final da década de 1980, sob a ótica da promoção da saúde, a gestão e a governança do controle do tabagismo no Brasil vêm sendo articuladas pelo Ministério da Saúde através do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva – INCA, o que inclui as ações que compõem o Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT). O Programa tem como objetivo reduzir a prevalência de fumantes e a consequente morbimortalidade relacionada ao consumo de derivados do tabaco, seguindo um modelo no qual ações educativas, de comunicação, de atenção à saúde, associadas às medidas legislativas e econômicas, se potencializam para prevenir a iniciação do tabagismo, promover a cessação de fumar e proteger a população da exposição à fumaça ambiental do tabaco.

A iniciação do cigarro normalmente ocorre na adolescência. E meia idade é o período em que mais se tem fumantes.

As principais doenças provocadas pelo cigarro se dividem entre cânceres (pulmão é o mais frequente, porém tabagismo está relacionado a câncer de boca, laringe, estômago, bexiga, entre outros); doenças cardiovasculares (tabagismo aumenta o risco de infarto do coração, derrame cerebral e doenças vasculares das pernas) e doenças pulmonares (enfisema pulmonar e piora das crises de bronquite e asma). Além disso, fumar provoca doenças gengivais, úlceras no estômago, unhas amareladas etc.

Dados mostram que 3% das pessoas conseguem parar de fumar por ano sem nenhum tratamento. Com a ajuda de profissionais especializados e uso de medicações, esse número cresce positivamente, tanto em tratamento individual como no tratamento em grupo.

O tabagismo é causa de aproximadamente 50 doenças, muitas delas incapacitantes e fatais, como câncer, doenças cardiovasculares e respiratórias crônicas.

O tabagismo é causa de aproximadamente 50 doenças, muitas delas incapacitantes e fatais, como câncer, doenças cardiovasculares e respiratórias crônicas.

Nesta terça-feira (31) – Dia Mundial de Combate ao Fumo –, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) vai premiar o organismo não governamental brasileiro Aliança de Controle do Tabagismo por seus esforços para promover a adoção da embalagem padronizada de maços de cigarro no Brasil.

A iniciativa está prevista pela Convenção Quadro para o Controle do Tabaco da Organização Mundial da Saúde (OMS) e busca restringir ou proibir o uso de logos, cores, imagens da marca ou informações nas embalagens de cigarros. Apenas os nomes da empresa e do produto em cor e fonte padronizadas seriam permitidos.

O tabaco é o único produto de consumo legal que mata até metade de seus usuários habituais. A nível mundial, uma pessoa morre com doenças relacionadas ao tabaco a cada seis segundos aproximadamente – o equivalente a quase 6 milhões de vidas perdidas a cada ano.

A estimativa é de que, para 2030, este número deva subir para 8 milhões de pessoas e mais de 80% das mortes evitáveis acontecerão entre indivíduos que vivem em países de baixa e média renda.

Com informações de:

http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/acoes_programas/site/home/nobrasil/programa-nacional-controle-tabagismo

nacoesunidas.org

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